Necessaire franzida – pap


Material:

Tecido
Zíper
Maquina costura
Linha


Corte o molde

2 retângulos para o forro
1 retângulo do mesmo tamanho do forro – será as costas da necessaire do lado direito
1 retângulo 20 cm maior que os demais
1 retângulo estreito ou fita larga para faixa






Vamos começar…


Marque o meio do retângulo maior e passe uma costura sem retrocesso…


Marque 5cm e passe mais uma costura sem retrocesso embaixo. 


puxe a linha da bobina para franzir até chegar no tamanho do retângulo menor.


Agora, vamos costurar  a faixa do meio. 
Dobre nas laterais, se necessário, passe no ferro e costure.



Ficará assim…




Vamos prender o zíper… coloque como na foto e alfinete!



dobre e jute com o forro… faça um sanduíche.





costure…



ficará assim…



na frente…

Faremos o mesmo sanduíche, só que do outro lado…




assim…



alfinete…



costure…



Vamos costurar a lateral…





costure e coloque sua etiqueta, deixe um espaço no fundo aberto para desavessar!



desavesse e costure o fundo.



prontoooooo!


Achado na net.
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Bolsa e necessaire – Kasmir

Lindo conjunto de bolsa e necessaire. Gosto  de estampa kasmir, acho muito chique e atemporal.

Abaixo um pouco da origem dessa estampa.

“KASHMIR, a história de um clássico

Recentemente uma aluna me perguntou qual a verdadeira origem e significado da estampa “cashmere”, ou “paisley”, como ficou conhecida no ocidente essa clássica figura em forma de gota cadente rendada e floreada, e que representa a Índia como padrão. Para contar a história dessa bela estampa me lembrei de meus tempos de criança em Bauru, quando ouvia de minha avó a expressão “quem conta um conto, aumenta um ponto”, me explicando a origem das estórias e lendas. Isso porque a história do kashmir (é a grafia correta do hindi) está repleta de lendas.
A origem do grafismo em gota é remotíssima e de significados vários, que lhe foram sendo atribuídos em épocas distintas. Acho que nenhum outro desenho tem uma história tão complexa como o kashmir, nome da região que o popularizou em seus tecidos de lã finíssima, quando era o padrão mais executado nos teares do vale da Caxemira, no norte da Índia, a partir do século XVI. Tanto a lã de excelente qualidade quanto a padronagem se tornaram extremamente valorizados no ocidente. Seu nome original no entanto é “safavidia”, e surge na Pérsia do século XIV, como ornamento, durante a disnastia Safavid (1501-1736), e sua forma de semente ou lágrima era utilizado em composições florais. A origem dessa figura remonta ao surgimento do zoroastrismo, no século VI a.C, sendo um de seus símbolos (representava a natureza e os seres vivos). Sua forma, no entanto, ainda não estava definida como conhecemos hoje.
        
Cunha portuguesa em formato de kashmir /Séc. XVIII     Chita de Alcobaça com barrado de kashmir /Séc. XIX
Levado para a Índia e Paquistão pelos parsis, persas zoroastristas que se estabeleceram nessa região por volta do século XV, esse grafismo ganha o nome de “buta” (com flores) e tem uma forma de folha, pontuda em uma lateral e arredondada em outra, lembrando mesmo uma semente, e ainda hoje é executado assim em algumas regiões do Paquistão. Sua forma definitiva, com uma ligeira inclinação da figura e uma voluta em espiral na extremidade pontuda, será uma homenagem dos parsis, que passaram por grandes dificuldades em sua chegada a Índia, à “mankay”, termo da língua tamul que denomina nossa conhecida e popular fruta manga (sagrada para os indianos, já que floresce e frutifica nas monções e fora delas, nos tempos secos).
 Manga, a fruta.
No formato da semente e da fruta da manga, o buta ganha sua forma definitiva e passa a ser executado com ornamentos de flores e folhas, representando abundância e prosperidade. Sua estampa é usada em festas no início das colheitas e simboliza a fartura para os povos do sudeste asiático. Sua chegada no ocidente precede os tecidos e xales de lã da Caxemira, trazidos pelas damas européias oitocentistas, pois já no século XVII tecidos importados pelos navegadores europeus da Ásia já apresentavam esses motivos (os “pintados” indianos, entre outros). A partir do século XVIII tecidos começam a ser fabricados com essa estampa na cidade escocesa de Paisley, que legou seu nome ao padrão produzido na Europa. Foi um verdadeiro hit da moda belle époque, ornando desde vestidos e bolsas femininas até acessórios masculinos, como lenços e gravatas. Um diamante lapidado nesse formato enfeitava o pescoço da dançarina exótica e dublê de espiã Mata Hari (essa jóia recebeu o nome de “Olho do Sol”, em homenagem a sua glamourosa e desafortunada dona)*.
   
 Estampas diversas de Kashmir
Mas, “quem conta um conto, aumenta um ponto”, e essa bela figura já recebeu inúmeras interpretações, algumas poéticas, como sendo o “punho de Krishna”, outras filosóficas, inclusive representando uma das polaridades do símbolo chinês Ying-Yang, as forças centrífuga e centrípeta que produzem a energia vital, e outras bastante simplórias, como a que determina que fosse a forma do punho fechado impresso por artesãos em tecidos. São todas belas estórias, e não passam disso.
O buta, ou kashmir, ou paisley é a magnífica representação de um fruto, e quem já viu uma frondosa mangueira carregada de suas frutas, seja aqui ou na Índia, entende plenamente seu significado. Foi debaixo de uma dessas grandiosas árvores que eu brinquei minha infância no quintal de meus avós, lá nos longínquos anos 60, em Bauru, lembranças que esse belo desenho me  traz de volta agorinha, escrevendo esse texto.
* Ver o post “Mata Hari e batik javanês” em 27/08/07

 Escrito por Celso Lima às 17h32 “

Necessaire, com bolsinho secreto



Primeiro eu fiz este molde  você pode ajustá-lo para atender às suas necessidades ..
Corte dois pedaços de manta acrillica e costure  as ourelas para que fiquem paralelas uma as outras 
esta será afrente eo verso da bolsa ..
Costurar o zíper entre o forro e frente / trás peças,
 você pode   usar um  de máquina ou pregar a mão 
Olha como fica fechado  costurar a mão um pouco das extremidades do conjunto  para 
que não haja diferença ….. veja a foto abaixo   
Costure todas as peças juntas em torno do exterior  agora você pode ver os bolsos fundo …. aparar qualquer 
excesso de tecido ….
Faça um vies e costure a volta

 A parte mais complicada de fazer …. Centralize  o zíper na parte superior da bolsa e costure a mão

Vai ser um pouco complicados no começo, mas você vai encontrar sua própria maneira fácil de fazê-lo 



O fundo falso da necessaire

Happy sewing…...♥

Necessaire


Este trio de necessaires foi feito para uma cliente.  O gostoso é que ela me deu total liberdade para fazer o que quisesse, minha imaginação voou.   Como seria um presente para uma pessoa não muito jovem, optei por fazer algo mais classico e acho que o resultado foi muito bom.

Necessaire pequena

Todas tiveram esse detalhe no ziper.