Passarinhos

Achei na net e infelizmente não sei de quem é.  Estes passarinhos são tão engraçadinho e ótimos para decorar um cantinho da sua varanda ou o que sua imaginação mandar.  Não fiz ainda um desses  por falta de tempo, mas pelo molde dá para perceber que não é nada dificil de fazer.

DESABAFO DE UM BOM MARIDO

  Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.


Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica.
Então ela disse: ‘Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar’.
Daí comprei pra ela uma cadeira elétrica.

Eu me casei com a ‘Sra. Certa’. Só não sabia que o primeiro nome dela era ‘Sempre’.

Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: ‘O que tem na TV?’ E eu disse ‘Poeira’.
No começo Deus criou o mundo e descansou.
Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.
Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.
Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dente e lhe entreguei.
‘- Quando você terminar de cortar a grama,’ eu disse, ‘você pode também varrer a calçada.’ Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida’.
‘O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido...

Luís Fernando Veríssimo

A formiga e a Cigarra


  
Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando  comida para o período de inverno.

Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o  bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha  gelada.
Seu nome era ‘Trabalho’, e seu sobrenome era ‘Sempre’.

 Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.

Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar.
Era o inverno que estava começando.

A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.

E a cigarra disse para a formiguinha:

– Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
Será que você poderia cuidar da minha toca?
– E a formiguinha respondeu:
– Claro, sem problemas!

– Mas o que lhe aconteceu?
– Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu:
Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris….
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?

Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, mande-o para a  ‘puta que o pariu!!!’ 


 Moral da História:

Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.

Trabalhe sim, mas curta a sua vida. 

Ela é única!!!

Se você não encontrar a sua metade da laranja,  não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e…      

Seja feliz!!!