Poema do Croche

POEMA DO CROCHÊ

Deus te dá a lã e a agulha
E te diz: Crocheta o melhor que puder, um ponto de cada vez.
Cada ponto é um dia na agulha do tempo.
Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,
Terás 365 pontos,
Em dez anos, cerca de 3650 pontos…
Alguns são pelo direito, outros pelo avesso…
Há pontos que se perdem…
Mas que podemos recuperar…
A lã que o bom Deus nos dá,
Para crochetar nossa existência, é de todas as cores:
Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,
Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,
Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,
Branca como a fé que temos nele.
Quantos pontos caberão no crochê de tua vida?
Só Deus é quem sabe !!
http://minhascoisitasdanet.blogspot.com

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GRAVIDEZ NA 3ª IDADE

Com toda esta nova tecnologia recente sobre a fertilidade, uma senhora
de 78 anos foi capaz de dar à luz um menino.
 
Quando ela teve alta hospitalar,
foi para casa, e seus familiares e amigos vieram visitá-la.
– Podemos ver o novo bebê? – alguém perguntou.
– Ainda não – disse a mãe – Vou fazer um café e poderemos conversar um pouco antes.
Trinta minutos se passaram; e um outro perguntou..
– Podemos ver o bebê agora?
– Não, ainda não – disse a mãe.
Depois de mais alguns minutos, eles perguntaram de novo.
– Podemos ver o bebê agora?
– Não, ainda não. – respondeu a mãe.
Já meio impacientes, eles perguntaram :
– Bem,… então quando poderemos ver o bebê?
– QUANDO ELE CHORAR! – ela disse a eles.
– QUANDO ELE CHORAR???
– E por que temos que esperar ele chorar?

– PORQUE EU ESQUECI ONDE O COLOQUEI!


O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA


Texto de Luiz Antônio Simas

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantammais “O Cravo Brigou com a Rosa”. A explicação da professora do filhode um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – (o homem) e arosa (a mulher) estimula a violência entre os casais. Na nova letra “ocravo encontrou a rosa debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e arosa ficou encantada”.Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que “O Cravo Brigou com a Rosa” faz  parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro? É Villa Lobos, cacete!Outra música infantil que mudou de letra foi “Samba Lelê”. Na versãoda minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá

com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas.

A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a meninaLelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar. Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é “Samba Lelê”? Villa Lobos, de novo.Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.


Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que amúsica desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.


Dia desses alguém (não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda) foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anossetenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, defato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão “coisa de viado”? Que me desculpem os  paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice.O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade,da boa sacanagem. A expressão “coisa de viado” não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.


Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de rodapé ouleão de chácara de baile infantil – de deficiente vertical.

O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) – só pode ser chamado de afrodescendente.
O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente.
A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do 5º batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade.
O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o cidadão que está fora do peso ideal.
O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito.
O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.

Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar oAleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboatinha necessidades especiais… Não dá.

O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.

Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais.O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova,aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do segurofuneral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos parasorrir na beira da sepultura.

A velhice agora é simplesmente a “melhor idade”.

Se Deus quiser morreremos todos gozando da mais perfeita saúde.Defuntos? Não.

Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

Aprenda a controlar a respiração e livre-se da ansiedade

Você talvez já tenha notado que, quando está preocupado com alguma coisa, seu coração dispara e muitas vezes você parece não conseguir encher suficientemente de ar os pulmões. Quanto mais se esforça para voltar ao normal, pior as coisas parecem ficar. Em tais situações, esqueça o velho truque do “respire dentro de um saco de papel” para se acalmar e ajudar a recuperar o fôlego. Em vez disso, experimente uma das seguintes táticas:
1 – Deite-se no chão – em um local silencioso, se possível. Coloque uma das mãos no peito e pressione suavemente para limitar o sobe-e-desce, enquanto tenta respirar normalmente. Faça isso por pelo menos cinco minutos, o tempo todo usando a mão para controlar o ritmo respiratório. A sua meta é manter os movimentos do peito o mais reduzidos possível, enquanto estimula outras partes do corpo, como o diafragma, a estabelecer o ritmo de sua inspiração e expiração. Se conseguir, afaste-se da fonte de sua ansiedade. Tente se imaginar numa situação relaxante, como aconchegado no sofá, lendo um livro ou assistindo à televisão, ou tomando um banho morno. Pense em como você respiraria nessa circunstância. Permaneça concentrado nesse estilo tranqüilo de respiração e logo vai começar a recuperar o fôlego e o controle.
2 – Batuque – Pesquisas demonstram que batucar em grupo é uma ótima forma de aliviar o estresse. Um estudo comparou a composição química do sangue de 50 pessoas, incluindo algumas que participavam de uma roda de batuqueiros e outras que apenas permaneciam sentadas ouvindo os tambores. Descobriu-se que os batuqueiros tinham níveis muito mais baixos de cortisol, o hormônio do estresse, e níveis bem mais altos de imunidade natural. O Hospital John Radcliffe, na Inglaterra, inseriu reuniões de batuque para a sua equipe como forma de relaxar as tensões do dia de trabalho. (Fonte: Dicas Secretas – Reader’s Digest)